Neurociência e comunicação estratégica podem ser ferramentas de crescimento organizacional

Qualquer empresa que deseja alcançar sucesso nos seus projetos reconhece a importância e relevância de uma boa comunicação. “Comunicação estratégica sempre foi a principal ferramenta de gerenciamento e regimento das interações organizacionais para garantir a excelência nas tarefas”.

A afirmação inicial é de Shalon Rocha, palestrante confirmado do 18º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos do PMI São Paulo.

Segundo ele, “a estruturação do seu discurso, a forma como o mesmo é codificado e comunicado, e através de que canal a mensagem é emitida, são fatores intrínsecos para se desenvolver uma interação inteligente. Nos últimos anos, a neurociência tem nos feito tomar um passo ainda maior nessa área. Neurocientistas têm investido tempo, esforços e recursos para compreender o que acontece no cérebro sob a influência de diversos cenários, a fim de empoderar os líderes de projetos a conduzir efetivamente o seu grupo, conhecendo-se melhor e compreendendo os seus liderados. Vivendo na era tecnológica, hoje já é possível escanear e mapear o cérebro humano a fim de entender mais sobre essa máquina poderosíssima”.

Para Rocha, a partir do autoconhecimento, os líderes podem desenvolver inteligência emocional, que é a habilidade de identificar as próprias emoções e gatilhos emocionais emitindo uma resposta de forma racional e bem consciente aos mesmos. “Com essa habilidade, a empatia em perceber os mesmos fatores emotivos em um outro indivíduo, o comunicador passa a ser munido de uma ferramenta estratégica e bem influente: a inteligência comunicativa”, diz.

Empatia e bons relacionamentos desenvolvem confiança entre os profissionais e causam reações hormonais e orgânicas com a liberação de oxitocina, que é um hormônio responsável pela maior conexão, vínculo e fidelidade. “Esse é o mesmo hormônio liberado no corpo da mãe e da criança durante a amamentação e no momento do nascimento, por exemplo. A oxitocina também diminui o nível de cortisol, conhecido como hormônio do estresse, diminuindo o risco de ataques cardíacos, acidente vascular cerebral e esgotamentos físicos e emocionais”, explica Shalon Rocha, palestrante do 18º SIGP do PMI São Paulo.

“Atrelado a alguns conceitos do funcionamento cerebral, os líderes podem melhor gerir os relacionamentos, diminuir o nível de estresse em momentos desafiadores, promover melhor integração, interação e negociação. Kouzes e Posner, grandes autores na área de liderança, afirmam que somos seres altamente emocionais movidos pelos relacionamentos de tal forma que primeiro seguimos a pessoa, depois a sua ideia”, continua.

Diante disso, como podemos estruturar e codificar a nossa ideia a fim de estimular ação e adesão daqueles que nos escutam? E como eu posso trazer segurança aos meus liderados e colegas de trabalho? Como posso estar mais presente e identificar reais necessidades no meu grupo e organização para alcançar sucesso interno e externo?

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Shalon Rocha

Autor do livro “As sete chaves para o alcance de metas”, palestrante e trainer especialista em inteligência comunicativa, alcance de metas e liderança estratégica, atua no Brasil e nos Estados Unidos auxiliando  diversas empresas e executivos a terem alta performance e sucesso nos âmbitos pessoal e profissional.